A Pedra Sagrada
Era uma vez um lobo que andava cheio de fome. Desesperado com tudo, foi a uma velha tabanca falar com um homem grande. - Já há muito tempo que ando assim: sem comer coisa alguma! Queria que o homem grande me ajudasse a vencer esta situação. ![]() - Eu posso ajudar-te a sair dessa situação. Vou-te dar indicações para facilmente encontrares uma pedra sagrada com o aspecto duma figura humana: olhos grandes, compridas orelhas e uma boca enorme. Eis aqui a chave do mistério que vais utilizar para enganar os outros, a fim de conseguires o alimento que tanto desejas. Quem quer que por ali passe e diga "A PEDRA QUE TEM BARBA", cai e morre logo. Tu não podes dizer a frase completa, apenas "A PEDRA QUE TEM BA…". Mas faz com que os outros a completem. Mais uma vez, lobo, não te esqueças da minha advertência, disse ainda a terminar o homem grande. O lobo despediu-se do velho e pôs-se a caminho. Andou, andou, andou e tanto andou que acabou por dar com o local. Viu a pedra com as mesmas características que lhe foram apontadas pelo homem grande. Pôs-se e então à espera, cada vez com mais fome. ![]() Não tardou que a gazela passasse por ali. Chamou por ela e disse: - Já viste aquela "PEDRA QUE TEM BA…"? A gazela, sem desconfiar de nada, completou a frase: - Pois, amigo lobo, já vi aquela "PEDRA QUE TEM BARBA". Caiu e morreu logo. O lobo, satisfeito com o resultado, acabou de comer e ficou à espera. Seguiu-se-lhe o macaco, a onça e o tigre, até chegar a vez da lebre. Esta, que andava bastante distraída, ouviu uma voz chamar por ela. Virou-se e deparou com o lobo, que se apressou a dizer-lhe: - Então sobrinha! Como vai essa vida? - Muito boa, tio lobo! Que fazes aqui? Mas o lobo, tão esperto que era, quis aproveitar-se logo da situação: - Sobrinha lebre, será que já viste aquela "PEDRA QUE TEM BA…"? - Pois, tio lobo! Já vi aquela "PEDRA QUE TEM BA…"! É muito engraçadinha! – respondeu a lebre, que já conhecia a situação. O lobo não se deu por vencido. Voltou a repetir a mesma frase: - Sobrinha lebre, será que já viste aquela "PEDRA QUE TEM BA…"? ![]() A lebre, mais desconfiada que nunca, repetiu a mesma frase. Então o lobo insistiu aos berros, desorientado com a resposta da lebre, pretendendo que esta completasse a frase. Mas ela não se deixou impressionar, nem mesmo com o tom de voz do lobo. Depois de muita discussão e repetição da mesma frase, o lobo acabaria por cair na armadilha. Irritadíssimo e sem se lembrar dos conselhos do homem grande, disse: - Ainda não viste aquela "PEDRA QUE TEM BARBA"? Imediatamente caiu e morreu, tal como acontecera com todos os outros que enganara antes. - Pensavas que sou burra? - disse a lebre afastando-se. Tabanca = Aldeia Homem grande = homem velho, muito sábio |
Lembranças da Guiné, na guerra e já fora dela. Pesquisa, comentários e factos. A memória sempre presente. Não está por ordem. É conforme me vou lembrando. Tudo o que tem a ver com a Guiné, a sua história, as etnias, a colonização e as guerras de resistência. Também a minha experiência durante a guerra colonial (está nos primeiros posts). Para quem não sabe ou viveu que veja e avalie se é realidade ou ficção. Para quem sabe ou viveu são lembranças.
20 de julho de 2012
516-A Pedra Sagrada
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18 de julho de 2012
515-Origem do termo "Guiné"
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7 de julho de 2012
514-O que é o DJINOPI
Com a Devida vénia, extraí este artigo do site do meu amigo Didinho (http://www.didinho.org/) Um tema importante para todos os amigos da Guiné-Bissau
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3 de julho de 2012
513-EX-COMBATENTES EM LISBOA NO DIA 1 DE DEZEMBRO
SÃO PRECISOS 2.000 MIL HOMENS PARA MARCHAR EM LISBOA: 1º de Dezembro
-É
necessária uma demonstração de patriotismo saudável e genuíno, junto ao Palácio
de Belém no dia 1 de Dezembro deste ano, para entrega ao Comandante Supremo das
Forças Armadas e Presidente da República, de uma lista de reivindicações dos
Combatentes do Ultramar para reposição do respeito e da dignidade roubados por
todos os governos e Presidentes da República, desde o 25 de Abril de
1974.
-Para que
esta acção tenha visibilidade pública e aceitação política por parte de Sua
Excelência o Presidente da República, é necessário reunir 2000 combatentes (de
preferência muitos mais) que só assim farão ouvir a sua voz de descontentamento
e indignação.
-O protesto será desenvolvido de forma ordeira e pacífica,
pois só a serenidade e firmeza das nossas razões poderão ser consideradas
legítimas e livres de qualquer conotação política ou partidária.
- Não
serão permitidas faixas ou cartazes de teor indecoroso ou ofensivo, que retirem
a legitimidade e legalidade à nossa luta.
-Pede-se a todos os combatentes
participantes que usem a boina da sua farda e respectivo crachá da sua Unidade
Militar.
É escolhida a data do 1º de Dezembro por ser o Dia da
Restauração da Independência de Portugal, sem outras conotações
político-partidárias!
NOTA:
DIGAM PRESENTE...ALGUÉM VOS
GUIARÁ!
José Lemos Vale
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28 de junho de 2012
512-A Guiné na Constituição de Portugal
Com devida vénia, 0rigem deste documento: www.cart1525.com/gouveia/constituicao.pdf
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26 de junho de 2012
511-Aspectos e tipos da Guiné XXV
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25 de junho de 2012
510-Encontro da CCAÇ2531 em Paços de Ferreira
ENCONTRO DE EX-COMBATENTES EM PAÇOS DE FERREIRA
Por Carlos Morgadinho
Todos os anos, e por todos os lugares, vilas e cidades do nosso Portugal, é habitual realizarem-se encontros/convívios de ex-combatentes da guerra colonial nas três frentes das então chamadas colónias africanas da Guiné, Angola e Moçambique. Esta luta armada dos movimentos libertadores daqueles mencionados países do Continente Africano pôs um ponto final ao império português de mais de quinhentos anos como também contribuiu para a queda da ditadura que vigorava na Pátria Lusa desde 1928, pelo golpe de estado que eclodiu no dia 25 de Abril de 1974 e por muitos conhecida pela “Revolução dos Cravos”. Mais de oitocentos mil soldados foram, em treze anos, de 1961-1974, enviados para o teatro de guerra onde nove mil tombaram acrescido de um número ainda incerto mas calculado em cerca de cem mil baixas entre feridos, estropiados e trauma psiquiátrico, ou pós traumático síndroma, que vem com mais ou menos incidência afetando a qualidade de vida desses ex-combatentes.
Desta vez, e por estarmos em serviço em Portugal, fomos convidados pelo coronel reformado de Infantaria, Sebastião Goulão, a estarmos presentes num desses muitos encontros de ex-combatentes, duma unidade destacada na Guiné, a Companhia de Caçadores 2531, que se realizou no Restaurante Montanha Azul, em Erzil, em Paços de Ferreira, no passado dia 19 de Maio, com a presença de 80 convivas entre membros daquela Companhia e familiares.
Rapidamente iremos focar a origem desta referida Companhia que foi formada em Abrantes, no Quartel do Regimento de Infantaria 2 e sob o comando do capitão Sebastião Goulão embarcou para a Guiné no ano de 1969 tendo regressado a Portugal no dia 12 de Fevereiro de 1971, com menos 40 homens (2 mortos, 22 feridos, dois dos quais sucumbiram tempos depois após o evacuação e os restantes por problemas psiquiátricos e outras doenças das quais se destaca a hepatite). Foi destacada para o quartel de Bimbe de tendo sido rendida no dia 1 de Dezembro de 1970 donde para Bissau e dali, um mês depois regressa a Portugal.
Segundo o seu comandante, o coronel Sebastião Goulão, o dia mais triste
desta comissão foi a 16 de Abril de 1970 causada pelo deflagrar de 4 granadas de morteiro dentro do acampamento e lançadas pelos Guerrilheiros que causou, de imediato, 2 mortos e 22 feridos. Segundo a opinião deste ex-capitão e comandante daquela companhia o desaire ficou-se a dever ao facto a esta unidade ter sido proibida, pelo então general António Spínola naquele território, de continuidade das operações militares de reconhecimento naquela zona por esta ter sido declarada pacificada dando assim oportunidade de movimentação e de ações do inimigo contra as nossas tropas. Muitos outros ataques perpetrados pelo inimigo foram nos meses seguinte realizadas contra as nossas tropas mais destacadamente contra esta companhia tendo no dia 7 de Junho, sofrido um ataque de fogo de morteiro de 4 horas ao quartel e a um seu destacamento (um pelotão) no Encheia, na noite de S. João (23 de Junho do mesmo ano) que ininterruptamente foi bombardeado com morteirada pesada das 9 horas da noite até às 4 da madrugada.
Queremos notar a emoção deste ex-comandante no momento em que se focou os mortos e feridos daquela companhia pois parou de falar por uns segundos ficando com a vista toldada pelas lágrimas que a muito custo conseguiu conter de rolar pela face. São momentos difíceis de se recordar. Falou-se seguidamente pelos que já partiram deste mundo e dos que se encontravam doentes e até daqueles que emigraram ou dos que não se sabe do paradeiro.
Depois foi a vez dos mais “carismáticos” como o José Marinho (o Sapateiro), o primeiro cabo Marta, o furriel Fraga, o alferes Guedes e outros mais cujos nomes olvidamos mas que também foram lembrados pelas paródias, desobediências e até de atos de abnegação e valor pois houve até quem recebesse a condecoração de Cruz de Guerra em combate.
Presente o soldado Abílio Pedrosa um dos homens feridos e evacuado por ferimentos mas que passados meses foi dado alta do Hospital Militar de Lisboa e reenviado para a Guiné com uma bala alojada nas costas pois, ao que parece, ser difícil extração e de alto risco para aquele ex-militar, pelo que é membro da Associação de Deficientes das Forcas Armadas com um grau de incapacidade que não apuramos naquele momento.
Ficou, naquele almoço, estabelecido que o próximo almoço/convívio, de 2013, será realizado em Felgueiras pela mão de José Marinho (o Sapateiro).
Finalmente procedeu-se ao corte do bolo comemorativo e acompanhado de champanhe foi saudada a “irmandade” desta gente que durante dois anos, há muitos anos atras, viveu e sofreu de mãos dadas, as agruras duma guerra que não teve razoes para existir – somente pela teimosia e insensatez do ditador Salazar.
Para o coronel Sebastião Goulão e para todos os membros presentes da
Companhia de Caçadores 2531 e seus familiares, obviamente, aqui deixamos a nossa gratidão pelas atenções e prova de amizade que nos foi dirigida durante este evento. Bem hajam.
Por Carlos Morgadinho
Todos os anos, e por todos os lugares, vilas e cidades do nosso Portugal, é habitual realizarem-se encontros/convívios de ex-combatentes da guerra colonial nas três frentes das então chamadas colónias africanas da Guiné, Angola e Moçambique. Esta luta armada dos movimentos libertadores daqueles mencionados países do Continente Africano pôs um ponto final ao império português de mais de quinhentos anos como também contribuiu para a queda da ditadura que vigorava na Pátria Lusa desde 1928, pelo golpe de estado que eclodiu no dia 25 de Abril de 1974 e por muitos conhecida pela “Revolução dos Cravos”. Mais de oitocentos mil soldados foram, em treze anos, de 1961-1974, enviados para o teatro de guerra onde nove mil tombaram acrescido de um número ainda incerto mas calculado em cerca de cem mil baixas entre feridos, estropiados e trauma psiquiátrico, ou pós traumático síndroma, que vem com mais ou menos incidência afetando a qualidade de vida desses ex-combatentes.
Desta vez, e por estarmos em serviço em Portugal, fomos convidados pelo coronel reformado de Infantaria, Sebastião Goulão, a estarmos presentes num desses muitos encontros de ex-combatentes, duma unidade destacada na Guiné, a Companhia de Caçadores 2531, que se realizou no Restaurante Montanha Azul, em Erzil, em Paços de Ferreira, no passado dia 19 de Maio, com a presença de 80 convivas entre membros daquela Companhia e familiares.
Rapidamente iremos focar a origem desta referida Companhia que foi formada em Abrantes, no Quartel do Regimento de Infantaria 2 e sob o comando do capitão Sebastião Goulão embarcou para a Guiné no ano de 1969 tendo regressado a Portugal no dia 12 de Fevereiro de 1971, com menos 40 homens (2 mortos, 22 feridos, dois dos quais sucumbiram tempos depois após o evacuação e os restantes por problemas psiquiátricos e outras doenças das quais se destaca a hepatite). Foi destacada para o quartel de Bimbe de tendo sido rendida no dia 1 de Dezembro de 1970 donde para Bissau e dali, um mês depois regressa a Portugal.
Segundo o seu comandante, o coronel Sebastião Goulão, o dia mais triste
desta comissão foi a 16 de Abril de 1970 causada pelo deflagrar de 4 granadas de morteiro dentro do acampamento e lançadas pelos Guerrilheiros que causou, de imediato, 2 mortos e 22 feridos. Segundo a opinião deste ex-capitão e comandante daquela companhia o desaire ficou-se a dever ao facto a esta unidade ter sido proibida, pelo então general António Spínola naquele território, de continuidade das operações militares de reconhecimento naquela zona por esta ter sido declarada pacificada dando assim oportunidade de movimentação e de ações do inimigo contra as nossas tropas. Muitos outros ataques perpetrados pelo inimigo foram nos meses seguinte realizadas contra as nossas tropas mais destacadamente contra esta companhia tendo no dia 7 de Junho, sofrido um ataque de fogo de morteiro de 4 horas ao quartel e a um seu destacamento (um pelotão) no Encheia, na noite de S. João (23 de Junho do mesmo ano) que ininterruptamente foi bombardeado com morteirada pesada das 9 horas da noite até às 4 da madrugada.
Queremos notar a emoção deste ex-comandante no momento em que se focou os mortos e feridos daquela companhia pois parou de falar por uns segundos ficando com a vista toldada pelas lágrimas que a muito custo conseguiu conter de rolar pela face. São momentos difíceis de se recordar. Falou-se seguidamente pelos que já partiram deste mundo e dos que se encontravam doentes e até daqueles que emigraram ou dos que não se sabe do paradeiro.
Depois foi a vez dos mais “carismáticos” como o José Marinho (o Sapateiro), o primeiro cabo Marta, o furriel Fraga, o alferes Guedes e outros mais cujos nomes olvidamos mas que também foram lembrados pelas paródias, desobediências e até de atos de abnegação e valor pois houve até quem recebesse a condecoração de Cruz de Guerra em combate.
Presente o soldado Abílio Pedrosa um dos homens feridos e evacuado por ferimentos mas que passados meses foi dado alta do Hospital Militar de Lisboa e reenviado para a Guiné com uma bala alojada nas costas pois, ao que parece, ser difícil extração e de alto risco para aquele ex-militar, pelo que é membro da Associação de Deficientes das Forcas Armadas com um grau de incapacidade que não apuramos naquele momento.
Ficou, naquele almoço, estabelecido que o próximo almoço/convívio, de 2013, será realizado em Felgueiras pela mão de José Marinho (o Sapateiro).
Finalmente procedeu-se ao corte do bolo comemorativo e acompanhado de champanhe foi saudada a “irmandade” desta gente que durante dois anos, há muitos anos atras, viveu e sofreu de mãos dadas, as agruras duma guerra que não teve razoes para existir – somente pela teimosia e insensatez do ditador Salazar.
Para o coronel Sebastião Goulão e para todos os membros presentes da
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22 de junho de 2012
509-Lembranças do ex-alferes Alfredo Reis
O Alfredo Reis é um bom amigo e ex-camarada de armas da CART1690. Passou o tempo todo de Guiné nessa companhia. Ressalto, em especial, a sua "estadia" nos destacamentos de Banjara e Cantacunda, situados em plena mata do Oio e a cerca de 40 kms da sede da companhia, situada em Geba, nas margens do rio do mesmo nome. Sítios de isolamento, privações e grandes riscos de vida. Cantacunda ainda tinha população civil, mas Banjara era só tropa, uma agravante. São fotos dele (apenas acrescentei a "quadrícula da CART1690" ).
São lembranças para recordar aquilo que nunca mais se esquece. Como sucede com todos os ex-combatentes.
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16 de junho de 2012
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13 de junho de 2012
507-Aspectos e tipos da Guiné XXIV
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