Lembranças da Guiné, na guerra e já fora dela. Pesquisa, comentários e factos. A memória sempre presente. Não está por ordem. É conforme me vou lembrando. Tudo o que tem a ver com a Guiné, a sua história, as etnias, a colonização e as guerras de resistência. Também a minha experiência durante a guerra colonial (está nos primeiros posts). Para quem não sabe ou viveu que veja e avalie se é realidade ou ficção. Para quem sabe ou viveu são lembranças.
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4 de junho de 2012
499-A indústria na Guiné em 1841
“Corografia Cabo-Verdeana, ou Descipção Geografico-historica das Ilhas de Cabo-Verde & Guiné”, Tomo II, José Conrado Carlos de Chelinicki & Francisco Adolfo de Varnhagen, Lisboa, 1841
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3 de junho de 2012
498-A Guiné colonizada em 1841
O que diz o autor de “Corografia Cabo-Verdeana, ou Descipção Geografico-historica das Ilhas
de Cabo-Verde & Guiné”, Tomo I, José Conrado Carlos de Chelinicki, Lisboa, 1841
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2 de junho de 2012
497-Bissau colonial
Interessante relato sobre Bissau, feito 122 anos antes do começo da guerra colonial... e 400 depois da «descoberta» da Guiné. Está neste livro:
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27 de maio de 2012
493-Ensino rudimentar (para indígenas) na Guiné
Há vários regulamentos e outros documentos que não coloco por me parecer que já não têm tanto interesse. O texto completo pode ser visto aqui.
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28 de abril de 2012
471-Os ganhos da Fazenda Real com a escravatura na Guiné
Alguns extractos indicativos dos ganhos da Fazenda Real com o comércio de escravos da Companhia de Grão-Pará e Maranhão, fundada pelo Marquês de Pombal,
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19 de abril de 2012
456-Buba em 1888
Relatório feito em 1888 pelo Administrador do Concelho de Bolola (Buba), Joaquim António do Carmo Azevedo. Esta incluído no relatório geral do Governador da Província da Guiné Portuguesa, Joaquim da Graça Correia e Lança, referente aos anos de 1887 e 1888. Por ele se pode ver como funcionava aí administração colonial, em que áreas, quais os seus intervenientes, as etnias que aí habitavam e as suas características.
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7 de abril de 2012
443-As potências coloniais e a partilha da África
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Conferência de Bruxelas
16 de fevereiro de 2012
388-Ziguinchor e o seu passado
Este artigo foi publicado no Boletim Cultural da Guiné Portuguesa Nº 109, de Janeiro de 1973, na sua forma original, isto é, em francês - nessa altura talvez já não houvesse muito tempo, ou disposição, para traduções... De notar que já se abandonou o aspecto encomioso do mérito dos portugueses. Fui eu que fiz esta tradução que publico (desculpem qualquer coisinha...).
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24 de janeiro de 2012
367-Recordações... e saudades? Os restos estão em Cacheu.
Não sei se o Mário Lopes Garcia e o seu amigo Poates (?...) ainda estão vivos, já lá vão 50 anos... no entanto talvez, eu também ainda cá ando há mais de 50. O Mário é capaz de ter saudades, admito, daquela "terra longínqua, mas Potuguêsa". O Poates não me parece, pois desfez-se destes postais que encontrei num alfarrabista.
Mas aconselho o Mário a ir ver que, embora a História se mantenha no que foi verdade, as coisas mudaram, o que também é verdade, e História:
O "Pacificador da Guiné" Teixeira Pinto e o descobridor Diogo Gomes estão agora em Cacheu, assim:
fotografias de http://reservanaval.blogspot.com/2010_11_01_archive.html
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Teixeira Pinto
9 de dezembro de 2011
322-Sá da Bandeira contra a escravatura
É um livro em que Sá da Bandeira faz o percurso do uso da escravatura ao longo da História, abençoado por bulas papais, praticada por padres, monges e cruzados. Apresento o que me parece particularmente interessante: os esforços que fez para acabar com essa prática em Portugal e as resistências que encontrou, particularmente dos colonos de Angola e S.Tomé. Era aí, nas suas roças e plantações, que o trabalho escravo era grandemente utilizado para fartos rendimentos. Também quanto aos ganhos do tráfico de escravos nessas colónias ele apresenta números significativos. Não fala praticamente na Guiné porque o uso de escravos nessa colónia não teria interesse económico, pela pequenez do território e pela inexistência de grandes recursos, mesmo os agrícolas. Aí só o envio de escravos para fora. Mas não é disso que ele trata, refere-se, como o título do livro aponta, do trabalho africano na perspectiva da administração colonial.
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Sá da Bandeira
5 de dezembro de 2011
317-Um brado em favor do homem preto
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3 de dezembro de 2011
313-A educação na Guiné durante o colonialismo
Autor deste artigo publicado na revista online da Biblioteca Professor José Martins, Campinas, SP, v.1, n.4, out. 2000:
Lourenço Ocuni Cá nasceu na Guiné-Bissau em 12 de Dezembro de 1968. Fez seus estudos primários e secundários neste país. Iniciou o estudo superior na Faculdade de Direito de Bissau tendo abandonado depois de concluir o primeiro ano para continuar seus estudos no Brasil após conseguir uma Bolsa de Estudos a fim de Cursar Letras e Lingüística na Universidade de Campinas – UNICAMP em São Paulo, Brasil.
Possui graduação em Letras pela Universidade Estadual de Campinas (1996), Graduação em Lingüística pela Universidade Estadual de Campinas (2001). Mestrado em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (1999) e Doutorado em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (2004). Atualmente é Professor Visitante da Universidade Federal de Mato Grosso. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: história da educação, educação, política educacional da Guiné-Bissau, negritude e educação popular. Entre outras qualidades que Professor Ocuni Cá possui ele recebeu Moção de Aplausos pela Câmara Municipal de Cuiabá em 2008.
Professor Ocuni Cá é Consultor da UNESCO, publicou vários artigos e livros, entre os quais, respectivamente: A Democracia na África pela Consciência/SBPC/2005; A Contribuição de Paulo Freire na Organização do Sistema Educacional da Guiné-Bissau, EdUFMT/CAPES, 2007; A Constituição da Política do Currículo na Guiné-Bissau e o mundo Globalizado: EdUFMT/CAPES,2008.
Professor Ocuni Cá foi alfabetizado pelo Método Paulo Freire em Biombo e hoje é um dos difusores deste método nas Universidades Brasileiras, nomeadamente no Instituto de Educação da Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT.
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PAIGC
6 de novembro de 2011
295-Preocupações com a educação e a exploração da mão-de-obra na Guiné
Algumas intervenções e conclusões muito significativas sobre quais eram as preocupações sobre a educação e a exploração da mão-de-obra na Guiné em 1946. Foram produzidas na sessão da manhã do dia 25 de Maio desse ano, durante a Conferência sobre o V Centenário do Descobrimento da Guiné.
Da intervenção do Padre Dias Dinis:
«Sob este aspecto [o ensino], a nossa Guiné, encravada em territórios estrangeiros e isolada de outras colónias portuguesas, tem necessidade de dedicar especial cuidado ao assunto - criando um ensino adaptado às suas necessidades e características de colónia agrícola; publicando e usando compêndios próprios, como se faz na vizinha Guiné Francesa; procurando que não seja o ensino meio para o indígena abandonar a sua terra e vadiar pelas cidades e vilas, a deseducar-se e a deseducar os mais; curando que, por esse motivo, não perca a agricultura os braços de que precisa; montando escolas rudimentares de ler, escrever e contar, no mato, para penetração da nossa língua e da civilização portuguesa, sem maiores formalidades e pretensões de exames e diplomas, por não interessarem à Pátria papéis, mas portugueses; limitando, enfim, às cidades e vilas as escolas primárias propriamente ditas, reservadas a filhos de civilizados principalmente, criando-se ainda nas povoações comerciais de maior vulto, escolas idênticas e para os mesmos efeitos se as circunstâncias o aconselharem. Disse ter visto e ouvido combater as escolas para os indígenas. Elas são porém veículos indispensáveis da nossa língua e civilização. O que falta é regulamentá-las e adaptá-las às necessidades da colónia.
Disse ainda que não devemos exagerar o ensino, como fizeram os vizinhos franceses, que hoje estão em face de diplomados e inconformados para os quais não têm colocação nem solução depois de os desabituarem da agricultura. Devemos evitar a inclinação para os cargos públicos, pois é sabido que, tanto como os europeus, os indígenas africanos têm grande tendência para burocracia. Convirá sobretudo combater a convicção de que o simples exame de instrução primária é porta aberta para todos os referidos cargos, como sucedia na nossa Guiné ainda há anos, podendo citar-se, por exemplo, o caso de um indígena que apenas com o 2º grau, atingiu as elevadas funções de director interino dos Serviços de Fazenda da Colónia.»
Em resumo era:
- ensinem-se a falar o português para que os entendamos e eles nos entendam para aquilo a que estão destinados - o trabalho agrícola; nada de irem mais além.
Seguidamente, também com preocupações no mesmo sentido, mas de outra índole, o Dr. Carlos Barral Moniz Tavares apresentou uma comunicação intitulada «Breves considerações sobre a protecção dos indígenas da colónia da Guiné», com estas conclusões:
«As colónias não podem prescindir da mão-de-obra indígena.
Para que dela se possa usufruir o maior proveito é necessário que as populações indígenas possuam boa capacidade para o trabalho e, portanto, se lhe proporcionem boas condições de higiene individual e geral.
E indispensável, também, que encontre nos colonizadores um tratamento que lhes capte a confiança, bons exemplos morais e sociais, que se traduzirão incutindo-lhes respeito e obediência.»
Isto é:
- tratem-nos bem e ganhem-lhes a confiança para que eles tenham respeitinho pelo branco e sejam obedientes no trabalho.
E houve uma conclusão geral na mesma linha:
«A Guiné é uma colónia essencialmente de natureza agrícola, e, como tal, necessita de uma população nativa numerosa, pois é nela que se recrutará a indispensável mão-de-obra.
Para que haja uma população indígena suficiente tem de se procurar atingir dois fins primordiais: diminuir a mortalidade e alimentar a natalidade.»
Queria-se dizer:
- tratem-lhes da saúde e ponham-nos a fazer filhos, senão não há quem trabalhe.
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3 de novembro de 2011
293-Mudança de nomes de Canchungo e Gabu
Mudança de nomes de Canchungo e Gabu
para Teixeira Pinto e Nova Lamego, respectivamente
Foi desta maneira:
«Tendo ficado decidido na primeira Conferência dos Administradores do ano de 1947 [ver em baixo quem era este “povo” que tomou a decisão], encarar a substituição de alguns nomes geográficos que não têm significado, nem tradição ou história que os consagre ou recomende;
Tendo sido nessa mesma reunião sugerido o nome de «Teixeira Pinto» como adequado para a povoação de Canchungo, porque assim se prestaria uma justa home-nagem à memória de quem, com inexcedível dedicação, inquebrantável coragem e fé patriótica, tanto contribuiu para a definitiva pacificação da Guiné e da Circunscrição em especial;
Atendendo a que, em consequência de tal decisão, o administrador da Circunscrição Civil de Cacheu ouviu os moradores de Canchungo os quais com entusiasmo aprovaram a substituicâo daquele nome pelo de «Teixeira Pinto» ;
[Com entusiasmo encararam, depois da independência, o regresso ao nome original e secular de Canchungo. Não será que o que o administrador viu foi um abanar de cabeça de assentimento resignado de alguns chefes manjacos?...
![]() |
| Zona de Canchungo em 1947, segundo António Carreira, "Vida Social dos Manjacos" |
]
Considerando que será também oportuno fixar definitivamente naquela vila a sede da Circunscrição de Cacheu;
O Governador, etc., determina :
Art.º 1.º - Que passe a denominar-se «Teixeira Pinto» a actual vila de Canchungo ;
Art.º 2.º - Que a sede da Circunscrição Civil de Cacheu seja definitivamente fixada em «Teixeira Pintos ;
Art.º 3.º - Que os serviços público, alterem, desde Já, todos os impressos, selos e registos e procedam às demais formalidades necessárias;
Art.º 4º" - Que as autoridades administrativas e especialmente o Serviço dos Correios, Telégrafos e Telefones promovam, por todos os meio, a informacâo do público, tanto do interior como do exterior da Colónia.
«Não se justificando a existência de alguns nomes geográficos, actualmente em uso na Guiné, por não terem tradições ou outras razões que os recomendem;
Sendo assim necessário restaurar designações que, tendo sido dadas por navegadores, guerreiros ou colonos portugueses, caíram em desuso, quer por falta de espírito e de verdadeira compreensão quer por [alta de continuidade nos meios de divulgação;
Verificando-se que a sede da Circunscrição Civil de Gabú – nome já de si deturpado e que de resto nada significa [A cidade foi o centro do antigo reino mandinga de Gabu até que este fosse sobrepujado pelo reino vizinho de Fouta Djallon, no século XIX. Gabu, é assim, o núcleo do que viria a ser mais tarde a república de Guiné-Bissaun - Wikipedia] - foi primeiramente nomeada pelo administrador de então, Tenente de Infantaria Adolfo de Jesus Leopoldo, Vila Lamego;
Considerando que o nome de Vila Gabú Sara, dado posteriormente à actual sede da Circunscrição, é completamente estranho à nossa acção colonizadora;
Considerando o que a este Governo propôs o adrninistrador da Circunscrição Civil de Gabú;
O Governador, etc…, determina :
Arl.º 1.º - Que passe a designar-se «Nova Lamego» a actual sede da Circunscrição Civil de Gabú;
Art.º 2.º - Que os serviços públicos alterem, desde já, todos os impressos, selos e registos e procedam às demais formalidades necessárias ;
Art.º 3.° - Que as autoridades administrativas e especialmenteos Serviços dos Correios, Telégrafos e Telefones promovam, por todos às meios, a informação do público, tanto do interior como do exterior da Calúnia.
Cumpra-se.
Residência do Governo da Colónia da Guiné, em Bissau, 18 de Junho de 1948;.
☺
Participantes na primeira Conferência dos Administradores do ano de 1947 (3 de Junho):
«Presidiu o Governador da Colónia, Capitão de Fragata Manuel Maria Sarmento Rodrigues, ladeado pelo Reverendo Padre José Maria da Cruz, Vigário Delegado substituindo o Prefeito Apostólico, D. José Ribeiro de Magalhães, em viagem para Lisboa, e pelo Chefe da Repartição Central dos Serviços de Administração Civil, Doutor António Francisco Borja Santos.
Assistiram à reunião :
Capitão António Joaquim Correia, substituto do Juiz da Comarca, Doutor Honó¬rio José Barbosa, em serviço em Cabo Verde, e Comandante do Corpo de Polícia de Segurança Pública; Capitão João das Dores Nunes Palrão, substituindo o Comandante Militar da Colónia, Major Pedro Menezes da Cunha Pinto Cardoso, ausente em Bolama, e Chefe da Repartição Militar; Doutor Alvaro Rodrigues da Silva Tavares, Delegado do Procurador da Repúhlica; Chefe da Repartição Central dos Serviços Aduaneiros, Caetano Filomeno de Sá; Chefe da Repartição Central dos Serviços Geográficos e Cadastrais, Eduardo José de Pereira da Silva; Chefe da Repartição Técnica dos Serviços Agrícolas e Florestais, Engenheiro José Soares; Chefe de1 Repartição Técnica dos Serviços de Veterinária e Indústria Animal, Doutor João Leal da Silva Tendeiro; Chefe da Repartição Técnica dos Serviços de Obras Públicas e Minas, Enge¬nheiro Bernardo de Sá Nogueira; Chefe da Repartição Central dos Serviços de Correios, Telégrafos e Telefones, Engenheiro Manuel A. Vieira e Sousa; Chefe da Repartição Central dos Serviços de Fazenda e Contabilidade, Vicente António Martins; Subdirector dos Serviços de Fazenda e Contabilidade, Alfredo António José de Melo; Chefe da Secção de Estatística, Doutor Aguinaldo Carvalho Veiga; Autúnio da Cruz Vieira, Vogal do Conselho do Governo; Abel Ferreira da Costa, Vogal do Conselho do Governo ; Mário Lima Wahnon, Vogal do Conselho do Governo; Virgolino José Pimenta, Gerente do Banco Nacional Ultramarino; e Engenheiro Raúl Pires Ferreira Chaves, Presidente da Direcção da Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Bissau; Francisco Artur Mendes, Administrador do Concelho de Bissau; Augusto do Sacramento Monteiro, Administrador da Circunscrição Civil de Farim; Marcelino Mendes ~foreira, Administrador da Circunscrição Civil de Fulacunda; Luís Correia Garcia, Administrador da Circunscrição Civil de Gabú; Fernando Rodrigo Rogado Quintino, Administrador da Circunscrição Civil de Mansôa ; Carlos Caetano Roque António Francisco das Angústias e Costa, Administrador da Circunscrição Civil de Bafatá; Paulo José Pereira Guimarães, Administrador do Concelho de Bolama ; Nicolau Tolentino Lopes da Cruz, Administrador, interino; Amadeu Inácio Pereira Nogueira, Administrador da Circunscrição Civil de S. Domingos, interino; James Pinto Buli, Administrador, interino; Joaquim Moreira, Encarregado da Administração da Circunscrição Civil de Cacheu, na ausência do respectivo Administrador António Barbosa Carreira, em gozo de licença graciosa especial; Francisco José Júlio Mário da Costa Mousinho; Chefe do Posto, interino, de Begene, Manuel da Silva Caetano Lopes dos Santos; Chefe do Posto de Binar, José dos Santos Ribeiro e Silva; Chefe do Posto, interino, de Biombo, Francisco Grandão; Chefe do Posto, interino, de Bissorã, Eugénio da Silva Levy; Chefe do Posto de Buba, Ademar Rodrigues dos Santos; Chefe do Posto, interino, de Cacheu, João Bernardo Viana; Chefe do Posto, interino, de Cacine, António Baptista Morais Trigo; Chefe do Posto, interino, de Caió, Artur Martins de Meireles; Chefe do Posto de Calequisse, Joaquim Estêvão dos Reis; Chefe do Posto de Chitole, Horácio Rodrigues da Graça Fernandes; Chefe do Posto, interino, de Cubisseque, Eusébio Estêvão Vieira; Chefe do Posto de S. João, Augusto Quintino de Almeida Cabrita; Chefe do Posto de Mansabâ, Francisco da Costa Gaspar; Chefe do Posto de Nhacra, António Vicente de Matos Ruas; Chefe do Posto, interino, de Porto Gole, Armando Larcher de Andrade Castelo Branco e Ovídio; Chefe do Posto de Prábis, João Faria Leitão; Chefe do Posto de Safim, João Eleutério Conduto; Chefe do Posto, interino, de Sedengal, Antero da Costa Taveira; Chefe do Posto de Sonaco, António George Cristovam de Sousa Franklim , Chefe do Posto, interino, de Suzana, António da Cunha Taborda; Chefe do Posto de Tite, Jorge Pinto da Silva; Chefe do Posto, interino, de Uno, Adolfo Gomes Ramos; Aspirante Jorge Wahnon Júnior, Encarregado do Posto de Pirada; Aspirante Cândido Gomes Lopes, Encarregado do Posto de Bula, por virtude de se encontrar a prestar serviço na Sede o Chefe do Posto, estagiário, José Júlio Costa de Araújo.»
Este “povo” decidiu e o de Canchungo, dizem então, aplaudiu. O de Gabú não dizem como se comportou.
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2 de novembro de 2011
292-Os primeiros portugueses naturais da Guiné Portuguesa
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26 de outubro de 2011
286-Os escravos trazidos para Portugal
Com alguma linguagem da época, é claro, mas tem interesse histórico e, até, sociológico.
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12 de outubro de 2011
275-Cronologia das lutas de libertação/guerra colonial
O Norberto Tavares de Carvalho apresenta esta cronologia no seu livro "De Campo em Campo, Conversas com o Comandante Bobo Keita". É interessante, numa óptica própria, e uma boa base de análise das resistências ao domínio colonial, nomeadamente na Guiné.
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